Devido o pouco tempo de curso aprendi pouco, não foi suficiente para me adaptar a nova tecnologia.
Porém, é importante salientarmos, que as técnicas de “informática” ensinadas hoje nas escolas, provavelmente, estarão superadas quando essas crianças chegarem ao “futuro” tão preparado pelos pais zelosos por seus êxitos profissionais. Não sabemos ainda como serão os computadores do futuro! Não sabemos ainda que linguagem utilizaremos na comunicação homem/computador! Então, precisamos estar cientes de que ao treinarmos os nossos futuros profissionais em programas de computador que não existirão mais, da forma como hoje se apresentam, não os estamos treinando para o mercado de trabalho; estamos, no máximo, desmistificando o uso dos computadores, familiarizando nossas crianças com essa nova tecnologia.
Mas, então, não devemos utilizar o computador nas escolas?!! Se ele já faz parte da realidade social da maioria das crianças não deveria ser também inserido na realidade escolar dessas crianças?!!
Claro que sim! Afinal, o computador é uma máquina com características que nenhuma outra tecnologia educacional até hoje apresentou.
O que precisamos refletir é como utilizá-lo na escola, pois hoje o que temos são os laboratórios de informática, onde os computadores ficam centralizados, e a informática como uma disciplina da grade curricular, com 45 minutos de aula e provas para nota. Esse é um processo válido dentro da chamada “alfabetização em informática”, mas não podemos chamar essa forma de utilização de “informática educacional”. Infelizmente, esse ainda é o quadro encontrado na maioria das escolas que utilizam o computador com seus alunos.
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OLá Néli, só gostariamos que quando textos tirados da internet ou livros, fosse colocado a referência.
ResponderExcluirOlá Neli!!
ResponderExcluirO que percebemos é que hoje o professor precisa estar participando sempre de Formação continuada para que ele possa saber utilizar da melhor forma as tecnologias na sua prática pedagógica.
O que não consegui visualizar aqui a tua foto.
Um abraço,
Pelágia