quinta-feira, 24 de setembro de 2009

AUTOAVALIAÇÃO

Devido o pouco tempo de curso aprendi pouco, não foi suficiente para me adaptar a nova tecnologia.
Porém, é importante salientarmos, que as técnicas de “informática” ensinadas hoje nas escolas, provavelmente, estarão superadas quando essas crianças chegarem ao “futuro” tão preparado pelos pais zelosos por seus êxitos profissionais. Não sabemos ainda como serão os computadores do futuro! Não sabemos ainda que linguagem utilizaremos na comunicação homem/computador! Então, precisamos estar cientes de que ao treinarmos os nossos futuros profissionais em programas de computador que não existirão mais, da forma como hoje se apresentam, não os estamos treinando para o mercado de trabalho; estamos, no máximo, desmistificando o uso dos computadores, familiarizando nossas crianças com essa nova tecnologia.
Mas, então, não devemos utilizar o computador nas escolas?!! Se ele já faz parte da realidade social da maioria das crianças não deveria ser também inserido na realidade escolar dessas crianças?!!
Claro que sim! Afinal, o computador é uma máquina com características que nenhuma outra tecnologia educacional até hoje apresentou.
O que precisamos refletir é como utilizá-lo na escola, pois hoje o que temos são os laboratórios de informática, onde os computadores ficam centralizados, e a informática como uma disciplina da grade curricular, com 45 minutos de aula e provas para nota. Esse é um processo válido dentro da chamada “alfabetização em informática”, mas não podemos chamar essa forma de utilização de “informática educacional”. Infelizmente, esse ainda é o quadro encontrado na maioria das escolas que utilizam o computador com seus alunos.

COMO O COMPUTADOR CONTRIBUI PARA A TRANASFORMAÇÃO DA ESCOLA, DA APRENDIZAGEM E DA PRÁTICA PEDAGÓGICA.

O uso do computador nas escolas já não é mais novidade para a maioria dos alunos das escolas particulares e, até, públicas, sendo, inclusive, motivo de propaganda em outdoor.
O uso do computador, enquanto instrumento tecnológico, na educação está sempre associado a milagres ou a revoluções. O computador, por si só, não é um agente de mudanças. Se para o professor, ensinar é transmitir conhecimento, é fixar regras, o computador, com todos os seus recursos de multimídia (som, imagem, animação), será apenas uma versão moderna da máquina de ensinar.
Nele, software, ditos educativos, transmitirão informações de forma muito atrativa, farão exercícios de fixação de conteúdos com um controle preciso sobre a quantidade de erros de cada aluno (sem se preocupar com a qualidade do erro) e proporcionarão a todos a falsa idéia de modernização. O que acontece de fato, na grande maioria das vezes, é uma modernização conservadora, onde o “espírito” revolucionário do uso do computador é subvertido pelo sistema educacional vigente e convertido em instrumento de sua consolidação.
O computador pode ser uma ferramenta muito útil ao professor na transmissão de informações aos seus alunos, pois com todos os seus recursos, enriquece esse processo. O computador dentro das salas de aula, junto com o quadro, o giz, o vídeo, a tv, o som, os mapas, os livros, os gibis, as revistas, os jogos pedagógicos, a cola, a tesoura, o lápis de cor. O computador dentro da sala de aula junto com o professor e com os alunos, dentro da proposta pedagógica da escola.
Para fazer o quê? O seu uso vai depender da visão do professor sobre o que é ensinar e o que é aprender, da visão do professor de como se constrói conhecimento.
Por isso, é impossível a substituição da pessoa-professor pela máquina-instrutor, ainda que os computadores se sofistiquem a nível de hardware e os software se tornem cada vez mais atrativos, pois a aprendizagem envolverá sempre a subjetividade de dois sujeitos em relação. Ensinar não é apenas transmitir conteúdos e aprender não é apenas memorizá-los.
O ensino utilizando o computador como instrumento implica que o aluno, por meio da máquina, possa adquirir conhecimentos sobre praticamente qualquer domínio de saberes. Porém o modelo pedagógico por meio do qual isso acontece varia bastante, oscilando entre dois grandes grupos de abordagem: um em que a interação ocorre do sentido do computador para os alunos e outro em que a interação ocorre do aluno para o computador.
O computador no contexto educativo pode ser entendido como uma ferramenta por meio da qual o aluno idealiza e desenvolve um conhecimento, seja reproduzindo um saber ou construindo uma aprendizagem. Desse modo o aprendizado é estimulado pelo fato de o aluno executar uma tarefa por meio do computador.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

SÍNTESE MÍDIAS RÁDIO



O rádio, apesar de relativamente antigo, comparado com os mais novos meios de comunicação, como a televisão, a internet, o celular etc., ainda não tem sido devidamente difundido na rede de educação básica. No entanto, representa um instrumento rico em possibilidades pedagógicas e de grande abrangência, atingindo todas as camadas da população.
Aprender a utilizar o rádio como elemento integrado ao cotidiano escolar e a outras mídias é o nosso propósito, ao oferecermos uma reflexão e uma abordagem didático-pedagógica, em detalhes, sobre as diversas etapas e formas de sua utilização hoje disponíveis.
No grupo avançado são desenvolvidos projetos mais completos de tipos diversos de rádio, buscando discutir a construção desses processos com os educadores e os orientar na concretização de uma proposta dessa natureza.
Entendemos que, com a exploração do rádio no processo educativo, o educando e o educador, juntos, terão a oportunidade de planejar e realizar uma significativa atividade social, ao disseminar cultura, construir conhecimento, ampliar horizontes, se comunicar, se expressar, enfim, de ter voz e de dar voz à comunidade onde a escola encontra-se inserida e é por ela reconhecida.
Sob esta perspectiva e diante do desafio de inserir o rádio no âmbito escolar, a Secretaria de Educação a Distância do MEC mantém um programa especial, denominado “Rádio Escola”, incentivando os educadores do país a inserirem a linguagem radiofônica em suas práticas educativas. Vamos ouvir um programa da "Rádio Escola".
Existem muitas modalidades de se aproximar radio e educação. A mais tradicional se estabeleceu no âmbito da radiodifusão aberta, tanto AM quanto FM, denominada simplesmente de "rádio educativa", que se diferencia da "rádio comercial" pela natureza de seus programas, como também pela forma como são mantidas, envolvendo os governos federal, estadual ou municipal, ou, ainda, universidades e fundações.
A rádio foi a primeira experiência de uso dos recursos da comunicação pela Fundação. Começou com quatro alto-falantes e, hoje, dispõe de uma emissora com freqüência de 104,9 MHz e 25W de potência.
· Terão à disposição mais um recurso capaz de exercitar as habilidades comunicativas de toda a comunidade escolar.
· Poderão liberar a imaginação e encontrar novas formas de desenvolver trabalhos escolares, garantindo visibilidade para o esforço despendido.
· Conseguirão ser ouvidos pela comunidade, usando um recurso que valoriza a oralidade e possibilita o uso e desenvolvimento da criatividade.
· Poderão, a partir do rádio, desenvolver projetos de integração de mídias, especialmente pelo uso do computador, tanto no processo de produção quanto de divulgação de seus programas radiofônicos.
· Poderão iniciar o diálogo com um mundo que se encontra para além dos muros de sua escola.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Reflexão sobre o vídeo "Do Sonho aos Ares" Santos Dumont

O vídeo trouxe uma reflexão sobre o passado e a evolução do homem, onde não tendo muita tecnologia mais o homem com seu esforço foi tendo seu avanço. Fez com que o homem evoluisse com suas necessidades com muita curiosidade. Tendo muita dificuldade com a nova tecnologia e a informática, continuando cada vez mais, para facilitar a vida humana. Como nós educadores temos que ser persistentes na evolução até dentro da escola com os alunos sendo que os alunos tenham o conhecimento sem sair de casa. Nós profissionais devemos acompanhar a evolução tecnológica.

QUEM SOU

Meu é Néli Schuller, tenho 44 anos, sou divorsiada e tenho 2 filhos lindos, educados: Cristine (18 anos) e Eduardo (12 anos). Sou a filha mais nova de Leopoldo Pedro Schuller e Oscarina Freita Schuller. Tenho 7 irmãos, todos unidos. Sou natural de Alfredo Wagner (Santa Catarina), e moro na comunidade de Lomba Alta até hoje. Gosto de assistir filmes, fazer festa, de estar com a família e com os amigos. Acredito que a minha característica mais marcante é de lutar pelos meus objetivos, sou bem humorada, gosto de brincadeiras. Sou professoras à 26 anos. Graduada em pedagogia das séries iniciais especialista em práticas interdisciplinares e Educação Especial. Leciono no ensino fundamental na Escola de Educação Básica Silva Jardim, em Alfredo Wagner. Atualmente divido meus dias no empenho com meus filhos, com o trabalho e o lazer. Leciono muito tempo na área do ensino fundamental. Não tenho tido muito tempo para o lazer, mais me divirto com meus colegas diariamente, encarando tudo com bom humor e prazer.